sábado, 19 de junho de 2010

Caminhando

E nessa mesma tarde o céu azul brilhava de tal modo que se via meia lua pequenina sem nem risco de uma nuvem sequer surgir para lhe esconder.

Preferi um caminho diferente que passava entre as sombras de umas poucas árvores e concreto sem estar certo se era longe ou mais perto. Mas pouco importava.

A boca seca já reclamava não querer mais aquela sua água e se viu surpreendida por um simpático embora receoso joão-de-barro ou dois que ciscava num tapete escrito Sirius.

Não sei se escolhi o melhor caminho. Mas ter visto teu andar apressado que bem lembrava o simpático joão-de-barro fez-me chegar sem perceber distância.

Nem tempo.

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