sábado, 8 de maio de 2010

Mentiras que dizem a verdade.

Ah, esse seu tato!

Essa canção para mentir que em metalepse canta
Com alegoria, faz-se em metonímias
Hiperbolicamente aparecendo em litotes, paradoxos.

Que ironia!
A imensa onda sinestésica
entre diácopes tuas, tão tuas
E epizeuxes, talvez, talvez.

Abre-me assonâncias e aliterações.
Disfemismos e transnominações.

Dizer que amo cada linha tua é eufemismo.

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